Poucas pessoas se podiam dar ao luxo de se vestirem com elegância.
O Clero vestia
vestidos escuros e compridos de lã, com capas igualmente escuras e
compridas, alguns andavam descalços, outros calçados com sapatos de
couro e possuíam terços e adereços da sua religião.
No início as roupas eram feiras em casa. As famílias criavam ovelhas e cultivavam o linho. Quando as cidades começaram a crescer,
surgiram lojas especializadas, dirigidas por tecelões, alfaiates,
remendões e outros artesões que faziam roupas. No século XII, esses artesãos organizaram -se em corporações chamadas guildas. As mulheres
começaram a usar vestidos compridos, e justos no busto. Os homens
vestiam calções soltos debaixo da túnica, além de vários tipos de
coberturas para as pernas.
Durante o século
XIV, as roupas das classes dominantes ganharam muitos enfeites e
acessórios, como botões e cintos ornamentados com pedrarias. Os tecidos
variavam de acordo com a classe social. Os muito ricos vestiam seda e enfeitavam suas roupas com peles valiosas.
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